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Politicomia – ECONOMIA & POLÍTICA

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PIG

com um comentário

A última do mais novo partido político nacional. PIG.

O PiG (*) sempre quis destruir a Petrobrás.

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

Leia a nota da associação que reúne o PiG:

“A Associação Nacional de Jornais (ANJ) manifesta seu repúdio pela atitude antiética e esquiva com que a Petrobras vem tratando os questionamentos que lhe são dirigidos pelos jornais brasileiros, em particular por O Globo, Folha de S.Paulo e O Estado de S.Paulo, que nas últimas semanas publicaram reportagens sobre evidências de irregularidades e de favorecimento político em contratos assinados pela estatal e suas controladas.

Numa canhestra tentativa de intimidar jornais e jornalistas, a empresa criou um blog no qual divulga as perguntas enviadas à sua assessoria de imprensa pelos jornalistas antes mesmo de publicadas as matérias às quais se referem, numa inaceitável quebra da confidencialidade que deve orientar a relação entre jornalistas e suas fontes.

Como se não bastasse essa prática contrária aos princípios universais de liberdade de imprensa, os e-mails de resposta da assessoria incluem ameaças de processo no caso de suas informações não receberem um “tratamento adequado”.

Tal advertência intimidatória, mais que um desrespeito aos profissionais de imprensa, configura uma violação do direito da sociedade a ser livremente informada, pois evidencia uma política de comunicação que visa a tutelar a opinião pública, negando-se ao democrático escrutínio de seus atos.

Júlio César Mesquita, vice-presidente da ANJ e responsável pelo Comitê de Liberdade de Expressão”

Segundo o blog do jornalista Luiz Carlos Azenha:

Por que os jornais investem contra o blog da Petrobras?

1 – Porque perdem o “monopólio da informação” e, com isso, autoridade sobre o público;

2 – Porque os leitores agora podem saber quais são TODAS AS PERGUNTAS feitas pelos jornais à Petrobras;

7 – Porque essas pistas poderão levar o público a descobrir que os jornais são usados em campanhas eleitorais ou com objetivos inconfessáveis, como o de entregar o pré-sal a empresas estrangeiras;

3 – Porque comparando todas as perguntas feitas pelos jornais e todas as respostas dadas pela Petrobras com o que é efetivamente publicado os leitores podem descobrir as manipulações feitas com as respostas no processo de edição;

 

4 – Porque essa comparação permite ao público descobrir quais as respostas da Petrobras serão simplesmente omitidas do jornal impresso para não “atrapalhar” a pauta;

 

5 – Porque comparando as perguntas feitas pelos diferentes jornais, o público pode entender que há gente alimentando simultaneamente os jornais com informações em busca de levantar a bola para a CPI;

 

6 – Porque as perguntas fornecem pistas sobre quem está alimentando os jornais com o objetivo de criar o “escândalo” necessário ao sucesso do palanque eleitoral da CPI;

 

 

8 – Porque o blog da Petrobras desloca público do jornal impresso para a internet, onde o público poderá receber informações, por exemplo, sobre como a grande imprensa brasileira atacou Getúlio Vargas quando ele criou a Petrobras;

9 – Porque todo esse processo pode deixar claro que a grande imprensa não é isenta, nem imparcial, nem honesta; que diz não ter lado, mas tem; que está a serviço de “uma causa”, assim como esteve quando fez campanha contra a criação da Petrobras ou em favor do golpe militar de 1964;

Vá ao blog da Petrobras e contribua com a investigação dos jornais

10 – Porque eles ainda não sairam do século 20.

 Fonte:  pauloherniqueamorim.com.br

PACHECO,R.O

Escrito por goaa

Setembro 14, 2009 em 4:03 pm

Publicado em Economia

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As medidas do Governo que fizeram a marolinha passar devagar.

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Com a saída da recessão técnica, o Brasil caminha novamente para o desenvolvimento crescente que o segurou nessa última década.

1 – O pacote anti-crise do governo federal ultrapassou a marca dos 200 bilhões de reais, constituindo a maior intervenção oficial de estímulo econômico da história brasileira.

2 – Em 2009, o BNDES tem R$ 76 bilhões a mais para emprestar do que em 2008, quando emprestou R$ 92 bilhões, perfazendo quase 170 bilhões de reais neste ano.

3 – O governo também usou as reservas internacionais em dólar para emprestar cerca de R$ 50 bilhões a empresas com dívidas em moeda estrangeira.

4 – Desde setembro do ano passado, a liberação pelo governo do recolhimento compulsório dos depósitos à vista nos bancos foi da ordem de R$ 85 bilhões.

5 – O Banco Central também passou a emprestar a exportadores a fim de suprir a ausência dos recursos que eles obtinham no exterior para financiar suas operações.

6 – No auge da crise, o governo postergou o recolhimento dos impostos pelas empresas, de forma a aliviar seus fluxos de caixa.

7 – Os impostos sobre operações financeiras foram reduzidos de forma a baratear o crédito.

8 – Reduziu-se o IPI de carros, motocicletas, caminhões, eletrodomésticos e de material de construção.

9 – Lançou-se um programa governamental de construção ou financiamento de moradias que movimentou o mercado da construção civil.

10 – Foram abertas fartas linhas de crédito governamental para a agricultura.

11- Bancos oficiais assumiram a dianteira nas quedas dos spreads e das taxas de juro, o que já fez com que a oferta de crédito retornasse rapidamente aos níveis pré-crise.

12 – Foi feito um plano de repactuação de dívidas dos municípios com a União que lhes permitiu contrair novos empréstimos dos cofres federais.

13 – A taxa básica de juros da economia (Selic) foi reduzida ao mais baixo patamar em décadas.

Querendo ou não, a marolinha referida passou, pesando às vezes e outras não, alimentando oportunidades e reerguendo o país da recessão. Com o avanço de 1,9% do PIB no segundo trimestre, o Brasil encara as famosas ondas liberais acompanhadas por uma mídia corrompida de más intensões com a figura do Estado. Enquanto vacinas assim eram estabelecidas, a mídia se opunha à maioria das medidas acima repercutindo a oposição, que pregava redução de gastos governamentais.

“Imaginem vocês o que aconteceria se o Brasil tivesse cometido o erro de eleger um tucano presidente em 2006. A esta hora, estaríamos amargando o mesmo que estão aqueles que enveredaram de cabeça pelos velhos caminhos neoliberais.” – Eduardo Guimarães, no cidadania.com

Fonte: Vermelho.org 

PACHECO,R.O

Escrito por goaa

Setembro 14, 2009 em 3:38 pm

Publicado em Economia, Negócios, Política

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Aumento do salário mínimo em 2010

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Se por um lado é visto como uma inclusão das classes baixas, por outro lado, o aumento do salário mínimo combinado a outros fatores, causa aumento na inflação.

Por mais que a receita sinta seu pela diminuição no arrecadamento dos tributos em 2009, diante aos incetivos fiscais em alguns setores (automobilístico, linha branca, construção civil…), o número de dinheiro movimentado e arrecadado pelo governo sempre foi volumoso nesses últimos anos.

A bonança praticada pelo estado nestes últimos tempos foi ocasionado pela postura do governo atual junto com o favorecimento do crédito fácil, principalmente no exterior. É inegável que essa mistura causou um puta estrago na economia mundial, coisa que até então estamos sentindo, principalmente por se tratar de questões onde praticava-se muita especulação em ativos e/ou em títulos mobiliários. 

Sobre o salário mínimo, à essa bonança, veio a formidável onda de desenvolvimento.  Contudo, a burocracia que tanto se mostrou necessária nessa crise diante de um sistema financeiro fortíssimo, como o brasileiro, segurou alguns avanços que poderiam ter acontecidos.

Para este ano, foi ‘reservado’ cerca de R$22 bilhões para o PAC sendo que nem R$4 bilhões foi efetivamente usado.  Esse gasto programado pode ser entendido como investimento, desde que colocado em prática. Porém, como pode ser visto, nem um terço do valor foi posto de operação. Esse gasto todo gera a tal da inflação, pois com o aumento das despesas de forma irracional, promove o desequilibrio nas contas publicas, por exemplo. Por enquanto não chegamos ao ponto de gastar mais que recolhemos, porém o caminho já está traçado e não falta muito para este ponto. A nível de curiosidade, o salário mínimo passaria a valer cerca de R$506.

Juntando todo esse gasto mal administrado, colocado somente em despesas mesmo, e não em investimentos, o governo acumulará um baita déficit se não mudar a postura. O proprio aumento do salário minimo, em ano pré eleitoral, caracteriza o desenfreado gasto da maquina em contas desnecessárias. Estou curioso para saber a postura do próximo governo, o qual tudo indica que será da oposição, sobre os gastos e investimentos. Qual seria a postura da possível junção dos democratas e tucanistas sobre questões de infra estruturas por parte do investimento popular?  Tudo á base da privatização ocultado os interesses públicos?

 

PACHECO, RO.

Escrito por goaa

Setembro 1, 2009 em 5:27 pm

Publicado em Economia, Política

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EUA: 77 bancos já fecharam as portas este ano

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A crise bancária nos Estados Unidos entrou em nova fase, marcada pelo fechamento de bancos menores e regionais, entubados de grandes quantias de empréstimos e títulos tóxicos comprados de outros bancos, afirmou o Wall Street Journal.

Este ano até agosto, 77 bancos dos EUA foram fechados, na taxa mais acelerada desde 1992, segundo o jornal. E analistas prevêem que esse número aumentará.

Cerca de 20% dos bancos tiveram prejuízo no primeiro trimestre, segundo dados mais recentes da Corporação Federal de Seguro de Depósito (FDIC).

E os problemas estão se espalhando para as pequenas e médias instituições.

Quinta-feira à noite, o Guaranty Financial Group estava para ser fechado, no 10º maior colapso de um banco na história dos EUA.

E o banco de Texas ultimava a venda para o Banco Bilbao Vizcaya Argentaria SA, da Espanha.

Os problemas do Guaranty derivaram de um portfólio lotado de títulos criados pelo agrupamento de hipotecas originadas por alguns dos piores credores do país.

Ele é um dos milhares de bancos que investiram em tais títulos, que costumavam ter rating elevado por parte das agências de classificação de risco, apesar de dependerem da saúde da fragilizada indústria de hipotecas e das instituições financeiras.

“Na maioria dos cenários, eram investimentos bons e prudentes — desde que não houvesse uma crise bancária ou imobiliária”, afirmou John Stein, presidente da FSI Group LLC, uma empresa de Cincinnati que investe em instituições financeiras.

O espectro do colapso do sistema bancário persiste, apesar de o governo já ter torrado US$ 250 bilhões apenas em aporte de capital desde 2008, a maior parte para os grandes bancos.

Fonte: Blog O Outro Lado da Notícia

Escrito por goaa

Agosto 24, 2009 em 7:27 am

Publicado em Economia

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Desemprego menor

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O desemprego no Brasil bateu a baixa recorde do ano em pleno tempo de crise. A força do mercado interno comprova a manutenção da produção brasileira.

Com grandes economias sofrendo, ainda que menos, com a crise financeira, o Brasil vai se mostrando cada vez mais preparado e menos atingido pelo furacão que vêm devastando muita gente desde 2008. Desde grandes corporações e grandes escalões de executivos, o principal afetado desta turbulência é o trabalhador. O cidadão sempre alimentou o mercado que acabou afundando por gente que se dizia capaz de mantê-lo funcionando.

Agora, a base desta mecânica toda que mantêm grandes ciclos econômicos, ou seja, a classe trabalhadora, vêm sentindo menos que o esperado ou talvez praticamente nada para quem vive um freio financeiro deste porte. A crise financeira que estabeleceu as teorias neoclássicas como frágeis nesta primeira década do século, já está perdendo suas forças e caminha para o desfecho à partir do ano que vem.

Em meio a esse contexto, o Brasil vêm se firmando como um bom local de investimentos, pelo menos por enquanto. Grandes fluxos de entrada de investimentos externos não param de entrar. As reservas nacionais já bateram um nove recorde chegando a 209 bilhões de dólares. Há novas filiais sendo montadas com multinacionais despejando dinheiro e desenvolvimento aqui. Empregos e oportunidades como consequência acabam sendo as principais vantagens para o brasileiro.

A taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do Brasil ficou em 8,1% em junho, o que indica queda em relação a maio (quando a taxa ficou em 8,8%). Trata-se da menor taxa desde dezembro, que havia sido de 6,8%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pelo IBGE.

Na indústria, o aumento na oferta de vagas foi de 1,7% em relação a maio e em relação a junho de 2008, houve redução de 5%. Já na construção foi verificado um aumento de 1,1% sobre maio e de 1,2% sobre junho do ano passado.

Foram criadas 119.495 vagas com carteira assinada em junho, o quinto mês seguido de resultados positivos no emprego formal, de acordo com dados divulgados hoje pelo Ministério do Trabalho.

O Brasil é o porto seguro para muita gente nesse mundo de crise e isso é inegável. Tanto que o poder de empreendimento sobre a crença da sustentação por conta do mercado interno é cada vez mais forte justamente por assegurar que a força do poder de comprar da população brasileira pode surtir mais positivamente comparado a outros países. O Brasil já superou, em atração de investimentos, a Rússia que sentiu bastante os efeitos da crise financeira.

PACHECO,R.O.

Escrito por goaa

Julho 24, 2009 em 8:17 am

Publicado em Economia, Negócios

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