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Politicomia – ECONOMIA & POLÍTICA

Archive for Abril 2009

Brasil entre os maiores da economia mundial

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O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional, Dominique Strauss-Kahn, afirmou ontem que o Brasil “está se tornando um dos maiores nomes da economia mundial” e defendeu uma revisão das cota do país dentro da entidade, que define o poder de voto de cada nação nas grandes decisões internas. A cota brasileira subiu de 1,4% para 1,7% no início do ano, como informa a BBC Brasil, mas Strauss- Kahn ainda a considera incondizente com a importância atual do país. Dentre os Brics, por exemplo, o Brasil é o que tem a menor cota (China, 3,7%; Rússia, 2,7%; e Índia, 1,9% dos votos).

O Filtro – Época

Escrito por goaa

Abril 27, 2009 em 2:46 pm

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A culpa Made in USA

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Os problemas estruturais da política de investimentos públicos do Brasil agora é culpa da crise financeira.

O que se acreditava até o impacto da crise internacional aqui dentro era que a consolidação da economia brasileira faria uma freada nos avanços das consequências no Brasil.

A culpa por todo esse caos financeiro que está derrubando muita gente mundo à fora, todos sabem, é de origem estadunidense juntamente com a “classe desenvolvida” do primeiro mundo.

Porém, com a consolidação dos efeitos da crise em alguns países, especialmente o Brasil, uma onda começou a crescer usando a crise financeira como culpa para os problemas aqui criados, por culpa nossa, dos brasileiros.

Coisas do tipo: estradas ruins, violência nos grandes centros urbanos, a própria frágil educação brasileira, são todos problemas brasileiras, de origem tupiniquim, que ultimamente são justificaveis através do caos econômico.

O que as depredações em Wall-Street, ou qualquer outra praça financeira do mundo, têm a ver com isso?

A grande dependência brasileira sobre produtos agrícolas já não é suficiente para concretizar projetos de infra-estrutura no interior de estados importantes nesta atividade (como MT) há mais de 20 anos. Ou seja, quanto tempo mais teremos que explorar atividades essenciais para a economia até que possamos criar projetos eficazes de planejamento público?

Problemas assim faz da crise econômica a grande vilã dos investimentos públicos, de acordo com alguns vários membros do Governo. Parece que agora encontraram uma desculpa para esses absurdos. E denovo: oque Wall-Street tem a ver com isso?

Lula e Obama - A culpa é de quem?

Lula e Obama - A culpa é de quem?

PACHECO,R.O.

Escrito por goaa

Abril 22, 2009 em 3:57 pm

Publicado em Economia

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Lula está construindo um gigante regional único, diz revista “Newsweek”

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O Brasil vem se transformando na última década em uma potência regional única, ao se tornar uma sólida democracia de livre mercado, uma rara ilha de estabilidade em uma região conturbada e governada pelo Estado de direito ao invés dos caprichos dos autocratas. A afirmação é feita em artigo publicado na última edição internacional da revista americana “Newsweek”.

“Contando com a cobertura da proteção de segurança americana, e um hemisfério sem nenhum inimigo crível, o Brasil tem ficado livre para utilizar sua vasta vantagem econômica de seu tamanho dentro da América do Sul para auxiliar, influenciar ou cooptar vizinhos, ao mesmo tempo conseguindo conter seu rival regional problemático, a Venezuela”, afirma o artigo.

Segundo a revista, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva “preside uma superpotência astuta como nenhum outro gigante emergente”.

O artigo foi publicado menos de um mês após Lula ter aparecido na capa da “Newsweek”, com uma entrevista exclusiva à revista após seu encontro com o presidente americano, Barack Obama, na Casa Branca.

Poderio militar

A “Newsweek” observa em seu último artigo que enquanto outros países emergentes e mesmo os Estados Unidos contam com seu poderio militar como forma de afirmação, o Brasil “expressou suas ambições internacionais sem agitar um sabre”.

A revista fala ainda que quando há algum conflito na região, o Brasil envia “diplomatas e advogados para as zonas quentes ao invés de flotilhas ou tanques”.

O artigo também comenta que o Brasil tem se tornado uma voz mais assertiva para os países emergentes nos temas internacionais, contestando por exemplo os subsídios agrícolas dos países ricos.

“Nenhum governo foi tão determinado como o de Lula em estender o alcance internacional do Brasil. Apesar de ter começado sua carreira política na esquerda, Lula surpreendeu os investidores nacionais e estrangeiros ao preservar as políticas amigáveis ao mercado de Fernando Henrique Cardoso internamente, para a frustração dos militantes de seu Partido dos Trabalhadores. Para a esquerda, ele ofereceu uma política externa vitaminada”, diz a “Newsweek”.

Influência americana

A revista diz que os esforços brasileiros advêm da estratégia “não declarada” de se contrapor à influência dos EUA e de dissipar as expectativas de que exerça um papel de representante de Washington’, mas que nem por isso o país embarcou na “revolução bolivariana”.

“Pelo contrário, Lula tem controlado a região ao cooptar os vizinhos com comércio, transformando todo o continente em um mercado cativo para os bens brasileiros”, diz o artigo. “No fim das contas, o poder do Brasil vem não de armas, mas de seu imenso estoque de recursos, incluindo petróleo e gás, metais, soja e carne.”

A revista afirma que isso também tem servido para conter a Venezuela e que a provável aprovação próxima da entrada do país de Hugo Chávez ao Mercosul não é “um endosso aos desejos imperiais de Chávez, mas uma forma de contê-lo por meio das obrigações do bloco comercial, como o respeito à democracia e a proteção à propriedade”.

“Isso pode ser política de risco. Mas as apostas estão nos brasileiros. Sem um manual para se tornar uma potência global, o Brasil de Lula parece estar escrevendo o seu próprio manual”, conclui a “Newsweek”.

Lula

Lula

Fonte: BBC

Escrito por goaa

Abril 22, 2009 em 11:31 am

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Para FMI, perdas do setor bancário devem chegar a US$ 4,1 trilhões

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O fundo eleva previsão de perdas bancárias e pede mais dinheiro aos governos para normalizar os mercados
por Época NEGÓCIOS Online

A crise provocará US$ 4,1 trilhões em perdas no setor financeiro de Estados Unidos, Europa e Japão, informou nesta terça-feira (21/04) o Fundo Monetário Internacional (FMI), que pediu mais dinheiro aos governos para normalizar os mercados.

O fundo analisou pela primeira vez as perdas potenciais das entidades financeiras entre 2007 e 2010 pela derrubada do valor dos ativos nos principais países desenvolvidos e chegou à cifra de US$ 4,1 trilhões, dois terços dos quais corresponderão aos bancos. Até agora, o FMI tinha calculado apenas as perdas para os ativos americanos. Nesta terça-feira, a entidade previu que estas devem chegar a US$ 2,7 trilhões, US$ 500 bilhões a mais do que foi estimado em janeiro.

De acordo com a instituição, esta revisão corresponde à piora das perspectivas de crescimento em nível mundial. Segundo o FMI, apesar dos mercados de crédito interbancário terem registrado uma melhora, o sistema financeiro mundial continua sob “graves tensões”. Para o FMI, já não se trata apenas dos problemas pelos ativos hipotecários americanos, lembrando que a recessão piorou as contas dos bancos “em meio a uma queda ininterrupta do valor dos ativos” e fazendo com que evitem conceder empréstimos.

De acordo com o fundo, o volume de crédito total pode cair nos EUA, no Reino Unido e na zona do euro no curto prazo, e demorará anos para se recuperar. Segundo os cálculos do organismo, os bancos americanos e europeus precisam de US$ 875 bilhões para voltarem ao nível de endividamento de antes da crise. Para o FMI, os governos devem injetar capital nos bancos, podendo nacionalizá-los, já que as instituições se veem incapazes de captar dinheiro privado nas condições atuais dos mercados.

“A transferência provisória ao Estado pode ser necessária, mas unicamente com a intenção de reestruturar a instituição e devolvê-la a mãos privadas o mais rápido possível”, afirma o relatório.

Ao mesmo tempo, o FMI alertou para a aparição de um “protecionismo financeiro” prejudicial, manifestado na pressão das autoridades para que os bancos dirijam seus empréstimos ao mercado nacional e para que os consumidores mantenham a despesa dentro das fronteiras.

A crise financeira adquiriu uma nova frente com sua chegada súbita aos países em desenvolvimento, um fenômeno para o qual o Fundo pediu “atenção urgente”. Segundo o organismo, em vez de receber capital estrangeiro, os mercados emergentes “exportarão” dinheiro neste ano pela saída de bancos e investidores de suas fronteiras.

A debandada coloca esses países em uma posição delicada, pois precisarão de US$ 1,8 trilhões em 2009 para refinanciar sua dívida, principalmente para o setor privado.

por Época NEGÓCIOS Online


Escrito por goaa

Abril 21, 2009 em 6:28 pm

Publicado em Economia

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Impacto do reajuste do mínimo na Previdência deve ser de R$ 7,2 bilhões

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No primeiro trimestre, a Previdência registrou resultado negativo em R$ 12,093 bilhões, com aumento de 16,3% em relação ao primeiro trimestre do ano passado
por Agência Brasil

A previsão de reajuste do salário mínimo em janeiro de 2010 para R$ 506,43 deve causar um impacto nas contas da Previdência Social de R$ 7,2 bilhões. A estimativa foi apresentada hoje (20/04) pelo secretário de Políticas de Previdência Social, Helmut Schwarzer. Este ano, o déficit da Previdência está estimado em R$ 40 bilhões.

As informações foram dadas pelo secretário juntamente com os resultados da arrecadação no primeiro trimestre do ano. No período, a Previdência registrou arrecadação líquida de R$ 39,498 bilhões, com crescimento de 5,2% em relação ao mesmo período de 2008. Por outro lado, as despesas com benefícios aumentaram no período 7,6%, chegando a R$ 51,591 bilhões.

Com isso, o resultado no trimestre foi negativo em R$ 12,093 bilhões, com aumento de 16,3% em relação ao primeiro trimestre do ano passado.

(Agência Brasil)


Escrito por goaa

Abril 21, 2009 em 6:23 pm

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